Estou lendo “Woodstock” de Peter Fornatele, e só pelas 60 primeiras páginas posso recomendar. O livro é uma espécie de quebra-cabeça, tudo sobre o festival contado por quem esteve lá. Músicos, produtores, quebra-galhos, todos reúnidos para tentar passar o que significou Woodstock para a época, para toda uma geração.
Joan Baez, Jimi Hendrix, Santana, Janis Joplin, Richie Havens, Michael Lang, The Who e vários outros depoimentos que são uma espécie de teletransporte.
“Depois de Woodstock, o mundo nunca mais foi o mesmo. Em um fim de semana de agosto de 1969, mais de quinhentas mil pessoas vivenciaram, numa fazenda no norte do estado de Nova York, o apogeu da revolução política, social e cultural que definiu os anos 1960 e cujos efeitos sentimos até hoje, quarenta anos depois”. – trecho do site (link no primeiro parágrafo) sobre o livro
Sim , eu errei e peço desculpas. Na verdade, não é pelo Guitar Hero, e sim pelo Rock Band que a banda inglesa lançou seu game. O jogo traz clássicos, como “Lucy in the Sky With Diamonds” e “A Hard Day’s Night”, mas trouxe algumas controvérias. Os grupos Rolling Stones e Pink Floyd desaprovam a Rock Band, pois acreditam que o jogo desencoraja as pessoas de tocarem instrumentos reais. O que vocês acham?
Eu, particularmente, adoro Zeca Baleiro. Com composições fantásticas, voz incomum, simpatia e charme de sobra, Zeca é um grande cantor da música brasileira.
E foi em um show, na praça do papa, que fui apresentada à música extraordinária “Toca Raul”. Eu lembro me diverti ouvindo a música, e achei bem criativa.
Raul realmente é inesquecível. Rock, rock, rock mais rebeldia são palavras que definem muito bem esse grande músico. E hoje, 20 anos após sua morte, ele está mais vivo do que nunca na memória coletiva.
Finalizo com a música do Zeca pra Raul!
Mal eu subo no palco
Um mala um maluco já grita de lá
-Toca raul!
A vontade que me dá é de mandar
O cara tomar naquele lugar
Mas aí eu paro penso e reflito
como é poderoso esse raulzito
Puxa vida esse cara é mesmo um mito
Em todo canto que eu vou
Tem sempre algum grande fã do cara
É quase uma tara
Jovens velhos e crianças
Malucos e caretas
Parece uma seita
Por isso eu paro penso reflito
Como é poderoso esse raulzito
Puxa vida esse cara é mesmo um mito
Agora toda vez que algum maluco beleza gritar
-Toca raul!
Eu saco esse ás da manga
Esse coelho da cartola essa carta da tanga
Essa balada-quase-rock com pitadas de forró
E nenhum sentimento blue
Pra nunca mais ter que ouvir
Alguém gritar e pedir:
-Toca raul!
O evento que pretende reunir cerca de 150 blogueiros,2o. BlogCampES, vai acontecerde 20 a 23 de agosto no prédio Bob Sponja do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo(Ufes) A programação é diversa, tratando de blogs literários, femininos, Glbt´s, dentre outros.
O Festival de Woodstock completou 40 anos, e com certeza a data trouxe um ar nostálgico. Várias matérias em vários sites, e claro, algumas bem interessantes.
O evento foi realizado entre os dias 15 e 17 de agosto de 1969, em uma fazenda na comunidade rural de Bethel (NY). Durou 3 dias. 3 dias de muita chuva, lama, música de qualidade, paz, amor, liberdade e drogas.
O casal Nick and Bobbi me impressinou. Não fazia idéia que eles estavam juntos até hoje. Achei realmente fantástico, verdadeiro. E a matéria do site globo.com vai explicar muito bem esse sentimento.
No terra.com você vai encontrar relatos sobre quem esteve no Festival. Vale a pena ler. É como se você, por meio da tela de um computador, estivesse por perto dos palcos do evento.
Para terminar, diretamente de Woodstock, “Evil Ways” de Santana.
Esta é a grandiosa Frida Kahlo, pintora mexicana, polêmica e revolucionária, que viveu de 1907 a 1954. O Blog Midiamorfose traz uma resenha muito legal do filme americano Frida, dirigido por Julie Taymor, em que Salma Hayek interpreta a artista.
Frida transbordava impulso, sentimento, originalidade, sofrimento, cor, socialismo, revolução, tranformação, sexualidade, arte, magia. O filme é maravilhoso, vale a pena assistir!
E a sensação nunca mais me deixou, de que meu corpo carrega em si todas as chagas do mundo.
Depois das férias, volto para falar de uma cantora apaixonante. Diane Birch, com sua voz doce impressionante.
A americana tem um ritmo eclético, uma mistura de jazz, folk, country, pop, com uma pitada de Beatles. O resultado final é literalmente apaixonante. Vale a pena baixar o álbum “Bible Belt”, super viciante de Birch, conhecida também como a mais nova Carole King, Joss Stone, Amy Winehouse, Adele e Duff.
Lágrima psicodélica conta a história e curiosidades dessa dupla, que provavelmente foi a mais famosa de folk-rock da década de 60. Você com certeza deve ter ouvindo The Sound of Silence, só não sabia que era deles a música.
Betty Friedan é a autora do livro “A Mística Feminina“, obra que segundo obituário de Frieddan no New York Times teria colocado fogo no movimento feminista contemporâneo, em 1963 , como resultado, transformado o tecido social dos Estados Unidos e dos países ao redor do mundo.
Ela pertence à chamada Segunda onda do feminismo, que teria começado no início da década de 60 e durado até o fim da década de 80. Essa onda encorajava as mulheres a compreenderem aspectos de suas vidas pessoais como profundamente politizados.
O blog Feminista traz diversos links, artigos e livros feministas, bem interessante. E a Betty se inclui nessa lista. O seu livro “Mística Feminina” está disponível em PDF no site.