

Material Girl. É dessa forma que alguns pesquisadores caracterizam Maria Antonieta. A rainha pode ser considerada uma transgressora. Na época, chocou ao vestir calças, até então exclusivas dos homens e acendeu os debates nacionais sobre a sexualidade feminina.
Lançadora de moda inquieta e contestadora, deixava de lado os espartilhos de barbatana de tubarão e adotava peças leves para se aproximar dos camponeses. Quando queria exibir sua riqueza, surgia em público com vestidos suntuosos e penteados de quase 1 metro de altura.
Hoje, ela é sinônimo de inspiração para grandes estilistas, como os sapatos criados por Christian Louboutin.
Uma menina – quando ela assumiu o trono da França tinha apenas 19 anos – casada a favor de interesses políticos externos teve que assumir a postura de uma mulher. Muitos a julgavam como mimada, alienada, fútil e ingênua.
O filme Maria Antonieta, de Sofia Coppola, aborda mais o lado humano da rainha. Mostra seus medos, dificuldades de lidar com o trono e com as fofocas da corte. Também divide com o público seus desejos extravagantes e também um pouco de suas infantilidades. Mas também expõe sua coragem e personalidade. 
Essa obra cinematográfica ganhou vários prêmios, dentre eles, melhor guarda-roupa, melhor maquiagem e cabelo, melhor design de produção.
Kirsten Dunst interpretou o papel de Antonieta, e brilhou nas telas em atuação, beleza e atitude. A fotografia é belíssima, o guarda roupa, nem se fala. O filme tem um visual de dar água na boca.
Um assunto que merece destaque.
Sério. Eu realmente fiquei triste com a morte de Michael Jackson. Eu sempre gostei das músicas dele, desde bem pequena. Assistia aos DVD´s que tenho e ficava arrepiada ao vê-lo dançar e também com as ótimas músicas de um digno Rei do Pop. 
Com records de vendas em CD´s, Michael era muito mais do que grandes passos de música. Ele representava uma mistura de new have, rock, pop, tendências na moda, com seu estilo extravagante, inovações de clipes, como o Thriller.
Eu estavaansiosa com sua volta aos palcos, os ingresos em Londres já estavam esgotados – que foram um sucesso de vendas desde as primeiras horas.
Todos fazem homenagens a esse grande nome da música. E não é por menos. Ele merece.
O som do Pasquim, livro lançado pela primeira vez em 1976, é reeditado e reúne entrevistas feitas pelos integrantes do extinto Folhetim com grandes nomes da música brasileira, como Chico Buarque e Tom Jobim. Entretanto, Roberto Carlos e Maria Bethânia não autorizaram a publicação de suas entrevistas.
Agnaldo Timóteo, devido sua entrevista um tanto apimentada concedida em 1972, pediu para incluir uma retratação na nova edição do livro. Na época, ele disse que Caetano Veloso não sabia cantar, que a linha melodiosa de Chico Buarque era “uma merda” e que Milton Nascimento era “burro”. “A história desses personagens está acima de uma análise ignorante e preconceituosa de décadas atrás”, foi a frase que o cantor escolheu para se “desculpar”, vamos dizer assim.
Caetano, ao lado de Lupícinio Rodrigues, Luiz Gonzaga, Raul Seixas, Martinho da Vila, Waldick Soriano e Moreira da Silva também fazem parte das entrevistas. A publicação comemora os 40 anos do jornal, que chegou a vender 250 mil exemplares por semana durante os anos 1970.
Em uma das postagens do blog Sarauxyz , o sociólogo e filósofo da contracultura Herbert Marcuse tem lugar de destaque. 
“A arte só pode cumprir sua função revolucionária se ela não fizer parte de nenhum sistema, inclusive o sistema revolucionário”.
O blog Atitude Fanzine traz uma entrevista e um perfil do cantor, poeta,cineasta, artista plástico, cartunista, Jorge Mautner. Participante do Tropicalismo e seguidor dos beatniks e dos hippies, Mautner contribui para a ampliação da Contracultura no Brasil.
Uma de suas grandes criações é o filme “O Demiurgo”, considerado por Glauber Rocha como o melhor filme já feito sobre o exílio.
Jota-i, ou Jornalismo Incopetente é o blog experimental da turma 2006/2 de Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal do Espírito Santo.
Mais uma vez o Cléber Carminati se faz presente no Dropoutnow. Dessa vez, por meio de uma entrevista ao Jota-i sobre seu ingresso à Ufes, suas atividades políticas na Universidade, sobre o grupo Balão Mágico, símbolo de intervenção, protestos e mudanças proporcionadas pelos estudantes da Instituição.
Curiosidades relacionadas à escolha do nome Balão Mágico, o surgimento dessa “turma”, sua ações, são algumas das questões abordadas na entrevista que Cléber concedeu à estudante Anna Karla Lerbach. Super Interessante, recomendo.