Eles querem mais

30/04/2009

Jovens de classe alta e média urbana. Crítica, insatisfações e contestações radicais contra os valores ocidentais. Ânsia por uma revolução cultural e sensorial. Espírito anárquico. Esses são alguns dos pontos principais do momento que vai do final dos anos 50 ao início dos anos 70, rotulado pela imprensa com um nome de vigor expressivo: contracultura.

Caia fora do sistema

Esse movimento com caráter libertário era catalisador e questionador, inaugurando um novo estilo, uma nova cultura underground e marginal que proporcionava o pensamento. Essa juventude colocava em xeque os valores da cultura Ocidental, e queriam literalmente causar, provocar mudanças na maneira de agir dessa sociedade, caracterizada fortemente pelos seguintes aspectos: a indústria, a massa, o consumo, a repressão e a alienação. A racionalidade científica,  um dos pilares dessa época,  incomodava aos grupos revolucionários, eles valorizavam a percepção sensorial, a cultura oriental, o olhar das minorias. Queriam cair fora do sistema, não estavam nem um pouco satisfeitos com as “regras” impostas pela modernidade.

A contracultura foi um movimento de expressão, que reuniu o pensamento de vários intelectuais, atraiu a mídia, teve como intérprete principal a visão juvenil, implacou o rock e o estilo de vida paz e amor,  trouxe valores e novas ideologias para tempos em que a quebra dos valores tradicionais significaria uma revolução e tanto.


uma espécie de boas vindas

29/04/2009

 

Caramba, que dificuldade dar vida pra esse blog. Primeiro o nome, uma novela a escolha, afinal nunca fui muito boa em dar nome às coisas.

 

Inauguro Drop Out com a música “Sweet Little Sixteen” de Chuck Bery, rock-´n-roll de meados dos anos 50, com balanço frenético e sensual que demonstrava uma enorme capacidade de mobilização social e se aproximava do rock que iria surgir nos anos 60.