Hippies

30/06/2009

 Eu era hippie e não sabia

 

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Tropicalismo

29/06/2009

All eyes on her

27/06/2009

Material Girl. É dessa forma que alguns pesquisadores caracterizam Maria Antonieta. A rainha pode ser considerada uma transgressora. Na época, chocou ao vestir calças, até então exclusivas dos homens e acendeu os debates nacionais sobre a sexualidade feminina.

Lançadora de moda inquieta e contestadora, deixava de lado os espartilhos de barbatana de tubarão e adotava peças leves para se aproximar dos camponeses. Quando queria exibir sua riqueza, surgia em público com vestidos suntuosos e penteados de quase 1 metro de altura. antonietaHoje, ela é sinônimo de inspiração para grandes estilistas, como os sapatos criados por Christian Louboutin.

Uma menina – quando ela assumiu o trono da França tinha apenas 19 anos – casada a favor de interesses políticos externos teve que assumir a postura de uma mulher. Muitos a julgavam como mimada, alienada, fútil e ingênua.

O filme Maria Antonieta, de Sofia Coppola, aborda mais o lado humano da rainha. Mostra seus medos, dificuldades de lidar com o trono e com as fofocas da corte. Também divide com o público seus desejos extravagantes e também um pouco de suas infantilidades. Mas também expõe sua coragem e personalidade. maria-antonieta1

Essa obra cinematográfica ganhou vários prêmios, dentre eles, melhor guarda-roupa, melhor maquiagem e cabelo, melhor design de produção.

Kirsten Dunst interpretou o papel de Antonieta, e brilhou nas telas em atuação, beleza e atitude. A fotografia é belíssima, o guarda roupa, nem se fala. O filme tem um visual de dar água na boca.


Ele é o CARA

25/06/2009

Um assunto que merece destaque.

Sério. Eu realmente fiquei triste com a morte de Michael Jackson. Eu sempre gostei das músicas dele, desde bem pequena. Assistia aos DVD´s que tenho e ficava arrepiada ao vê-lo dançar e também com as ótimas músicas de um digno Rei do Pop. michael-jackson-21b

Com records de vendas em CD´s, Michael era muito mais do que grandes passos de música. Ele representava uma mistura de new have, rock, pop, tendências na moda, com seu estilo extravagante, inovações de clipes, como o Thriller.

Eu estavaansiosa com sua volta aos palcos, os ingresos em Londres já estavam esgotados – que foram um sucesso de vendas desde as primeiras horas.

Todos fazem homenagens a esse grande nome da música. E não é por menos. Ele merece.

 


Ironia do destino

24/06/2009

Manoel Barebein foi responsável por grandes produções no cenário musical brasileiro. Roda viva, A Banda, com Chico Buarque, Alegria Alegria e Tropicália com Caetano Veloso, Domingo no Parque e Aquele Abraço, com Gilberto Gil, Baby e Divino, Maravilhoso com Gal Costa, País Tropical e Que Pena com Jorge Ben, entre inúmeros outros sucessos de qualidade.

É lamentável que esse produtor que contracenou com cantores que marcaram gerações e contribuíram para mudanças na nossa música, esteja agora sendo o produtor musical da Record, e que seja responsável pela trilha sonora do programa “A Fazenda”.

 


Sem papas na língua

23/06/2009

O som do Pasquim, livro lançado pela primeira vez em 1976, é reeditado e reúne entrevistas feitas pelos integrantes do extinto Folhetim com grandes nomes da música brasileira, como Chico Buarque e Tom Jobim. Entretanto, Roberto Carlos e Maria Bethânia não autorizaram a publicação de suas entrevistas.20090203134058_7194_medium

Agnaldo Timóteo, devido sua entrevista um tanto apimentada concedida em 1972, pediu para incluir uma retratação na nova edição do livro. Na época, ele disse que Caetano Veloso não sabia cantar, que a linha melodiosa de Chico Buarque era “uma merda” e que Milton Nascimento era “burro”.  “A história desses personagens está acima de uma análise ignorante e preconceituosa de décadas atrás”, foi a frase que o cantor escolheu para se “desculpar”, vamos dizer assim.

Caetano, ao lado de Lupícinio Rodrigues, Luiz Gonzaga, Raul Seixas, Martinho da Vila, Waldick Soriano e Moreira da Silva também fazem parte das entrevistas. A publicação comemora os 40 anos do jornal, que chegou a vender 250 mil exemplares por semana durante os anos 1970.


Geraldo Vandré: mito da resistência à ditadura militar

19/06/2009